quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Só hoje...



S A U D A D E louca e forte e doída!



Natal é luz... 2008 será mais!



O Natal foi alegre, iluminado, feliz e muito especial...
Estávamos em casa, em família, claro que a Leca, a Laura e o Oswaldo fizeram muita falta... Ganhamos a companhia agradável e especial do Gregory, nosso amigo francês...

Agora, que 2008 venha também alegre, iluminado, feliz, muito especial e cheio de amor para todos.
Que tenhamos saúde, paz, sucesso, reconhecimento, encontros.
Que saibamos perdoar, colher, amar, sorrir e compartilhar.
Que o encontro, principalmente, seja possível.
Que o amor, exatamente, evolua.
Que a saudade, espontaneamente, se dilua.
Que a palavra, verdadeiramente, se concretize.
Que o desejo, fortemente, se realize.
Que a vida, misteriosamente, nos una.
Que a distância, delicadamente, desapareça.
Que a alegria, docemente, nos engrandeça.
Que o caminhar, agradavelmente, nos enobreça.
Que o destino, gentilmente, nos obedeça.
Para que sejamos livres, alegres, felizes, amados, admirados, queridos, desejados, únicos.
Para que saibamos doar, sorrir, alegrar, amar, admirar, acreditar, querer, desejar.
Isso é o que espero de 2008 e é também o meu pedido de aniversário, que ainda não tinha pedido...

LUZ


quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Júliaaaaaaaa....


Muito obrigada amigaflor.
Tu és muito querida e amiga e tobogã e flor e tudo...
Beijo grande......


"Pastel de forno não tem, mas vocês dão um caldo... mafiosas"

Maura e eu nos divertimos a valer com essa frase construída depois de 3 Polar(es)...

A história foi:
Pedimos pro garçom uma porção de pastel de forno. O garçom disse :
-"Pastel de forno não tem e nem caldo". E saiu em seguida para atender outra mesa.
Não entendemos o que ele havia dito. E ficamos nos perguntando e chegamos a conclusão que foi a frase lá de cima...
Rimos muito.
Talvez nem tenha muita graça pra quem lê, mas no contexto do bar foi muito divertido.
Valeu Mauritcha.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Poesia na parede

"Poesia em tudo que se faz
Valorizar tudo que se tem
Lutar por tudo que se quer
Amar quem te quer bem"

Estava escrito numa parede da UFRGS dia desses assinado "Débora - 20 anos"
Achei, Débora, que tens razão e uma sensibilidade especial em reunir coisas importantes que precisamos atentar. Benditas criaturas "Déboras - 20 anos". Que apareçam mais, que escrevam mais, que sintam mais...

Cá estou em PoA novamente. Esta cidade está começando a me conquistar. Já "não pertenço mais a Santa Maria", como diz um "extra extra" amigo meu... eu sinto isso. O tempo passa mais rápido aqui, isso significa que eu vivo mais, sinto mais, tenho mais coisas pra fazer. E isso é muito bom.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

35 e alguns dias


Ai... esse aniversário foi diferente de muitos.

Na véspera, despedi-me da minha comadre, amiga e saudosa Hilda. Foi ter com meu pai uma conversa solta em meio às nuvens de algodão... Ele já deveria estar lá, na porta do céu, de fatiota e tudo para esperar a comadre (dele também). Uma pessoa doce, amorosa, como disse a Leca.
Me viu nascer, batizou a Leca e deu-me sua segunda filha para batizar.
Quando eu tinha apenas 9 anos e voltava do colégio toda suada, meu pai sentou-me à mesa e pediu-me um minuto. Eu, mais interessada na correria na rua, sentei na ponta da cadeira e ansiosa queria saber o que era. Ele, com a máquina fotográfica Yashica nas mãos, que anos mais tarde acompanhou-me na faculdade, apontando pra mim ajustava o obturador e a velocidade para registrar a minha reação em relação à notícia que ele tinha para me dar. A notícia era que eu seria a madrinha da Caroline. Que alegria... Abri um bocão, um sorrisão e bati palmas.
Ai dela que não me chame de dinda... hehehe Quando pequena, a hoje arquiteta Carol, tentava chamar-me de Cris e eu não respondia... uma graça...

Bom, domingo, dia 2... Não soprei velinhas nem fiz pedido. Esqueci que estava de aniversário. As pessoas me ligavam e eu até estranhava quando lia no celular nomes que não são aconstumados me ligar...
Fui com meu primo Romeu e seu amigo Barney no Olímpico comemorar com mais de 30 mil gremistas meu dia. E como foi legal. Uma emoção que não senti no Maracanã... não sei por que :) hehehe
Com direito à avalanche e tudo. Foi demais, sentir o gol foi uma sensação única. E como diz meu amigo Guilherme: "nada pode ser maior".
Na terça, levei um bolo no Laboratório para comemorar com meus amigos de lá.
Amanhã comemorarei em Santa Maria...
No final das contas, meu aniversário ainda está acontecendo...
E, de quebra, ainda ganhei uma camiseta retrô do Grêmio, de 1977. Presente do meu irmão gremista, claro.